Manda nudes

sexting

Atenção, o conteúdo a seguir é impróprio para menores de dezoito anos e contém linguagem chula.

–          Realmente, vai fazer muita diferença tirar 700 selfies com um ângulo um grauzinho diferente do outro. – Laura desabafou, despindo o casaco e rolando os olhos.

–          Claro, porque você sempre posta a primeira que tira. – Provocou Tomás com uma piscadinha, fazendo a namorada acertá-lo com o casaco.

–          Vai à merda, tá? – Ela disse, com um sorriso no rosto. Depois, parou para notar o quarto ao seu redor. – Tom, a gente tá sozinho. – O namorado arregalou os olhos.

–          Caralho.

Um mochilão pela Europa era o sonho dos dois desde que começaram a namorar, e foi juntando moedinha por moedinha das bolsas de estágio que ambos ganhavam que conseguiram, um ano depois, arrumar as malas e partir rumo ao velho continente. Obviamente, o orçamento apertado garantia acomodações bem modestas, geralmente em quartos compartilhados com mais de oito pessoas. Depois de 20 dias de viagem, Tomás e Laura estavam com os hormônios borbulhando. Em casa, matavam aula regularmente para transar o dia inteiro em suas respectivas repúblicas, e não estavam acostumados àquela privação.

Era uma tortura.

Instantaneamente, os dois começaram a se beijar, aproveitando aquele momentozinho de brecha para tentar aliviar um pouco da tensão sexual. Foi como riscar um fósforo; Tomás agarrou Laura com força, apertando o seu corpo contra o dela. Logo ele a pressionou contra a barra da beliche atrás deles, descendo uma mão para sua bunda, apertando com força, e subindo a perna de Laura para que ela se encaixasse ao redor do seu quadril.

Os dois gemeram instantaneamente na boca um do outro. Laura puxou o cabelo do namorado, investindo o seu quadril contra ele. A fricção dos jeans de ambos não era nem de longe o suficiente, e tudo que ela mais queria era arrancar as roupas de Tomás e…

– Yeah, man, totally amazing…

Tomás e Laura se desgrudaram na velocidade da luz. Ela virou-se para a janela, tentando ajeitar os cabelos. Era a turma de amigos australianos. Eles eram muitos, falavam altos, e estavam sempre super animados por algum motivo. Laura ouviu Tomás batendo um papo sem graça com eles e rolou os olhos. Era hora de um banho, e pela primeira vez, estava feliz que o chuveiro do hostel só tinha água fria.

***

Mais tarde, depois de um jantarzinho honesto numa cantina pertinho do hostel, Tomás e Laura se enfiaram em suas respectivas beliches, nas camas de cima, um de frente para o outro. Laura ainda estava pulsando de tesão com o amasso da tarde, e quando percebeu que todos os colegas de quarto estavam dormindo, teve uma ideia repentina.

Pegou o celular e digitou para Tomás:

Não estou aguentando mais. Você me deixou maluca hoje à tarde, vou ter que brincar um pouco aqui quietinha debaixo das cobertas 😉

Ela levantou o olhar para ver a reação de Tomás ao ler a mensagem. Seus olhos se arregalaram, e Laura reprimiu a vontade rir. O namorado levantou o olhar para ela, que mordeu os lábios e digitou:

Estou tirando a minha calcinha.

Laura viu uma sombra de excitação tomar conta do rosto de Tomás, e sentiu o seu ventre se contrair.  Eles não costumavam fazer este tipo de coisa; não quando a possibilidade de sexo real estava sempre à mão, mas ela não podia negar que sempre teve curiosidade a respeito e aquela era a oportunidade perfeita para tentar.  deixou a mão escorregar devagarzinho até a curva do seu quadril repousando ali e foi  lentamente descendo a calcinha de algodão pelas pernas, tentando fazer o mínimo de barulho possível. Sentia sentia que Tomás tinha os olhos grudados nela e a atenção estava deixando Laura muito excitada.O seu celular vibrou.

Quero poder te tocar.

Laura sorriu, chutando a calcinha para o fundo da beliche e digitando de volta.

Vem. Eu também quero.

E depois, sentindo-se particularmente corajosa, digitou uma segunda mensagem.

Só de pensar nisso já fiquei molhada.

Ela mordeu o lábio, levantando o olhar para observar a reação de Tomás. O sexo dos dois não era nada careta, mas eles não costumavam ser muito vocais, e Laura estava louca para saber o que o namorado acharia daquele seu lado, que nem ela conhecia direito.

Tomás arfou e mordeu o lábio, ajeitando-se na cama. O restante do quarto ainda estava mergulhado em sono profundo, e ele sorriu para Laura, um sorriso específico, de predador, que geralmente era guardado para quando os dois estavam sós.

Eu quero subir na sua beliche e te comer agora. Foda-se se todo mundo escutar.

Laura sorriu com a mensagem, abrindo as pernas devagar debaixo das cobertas. Depois, deu uma piscadinha para Tomás e deixou a mão direita escorregar pela sua barriga, tocando os pêlos fininhos do seu ventre. Ela prendeu a respiração para não fazer nenhum barulho e começou a se tocar devagar, em movimentos circulares e preguiçosos. Seus dedos logo estavam melados.

Era difícil digitar com a mão esquerda. Laura apoiou o cotovelo na cama e respondeu o namorado.

Queria que você sentisse. Eu tô muito molhada agora.

Você tá se tocando agora?

Tô 😉

Porra. Que delícia.

Laura se ajeitou na cama, ficando mais confortável e passeando a ponta do indicador por toda extensão de sua vulva. Era muito fácil imaginar a língua de Tomás fazendo o mesmo caminho, e ela sentia que ia aquela brincadeira ia durar muito pouco.

Meu pau tá todo duro pra você.

Quero ele dentro de mim.

Quer?

Quero. Mete bem forte.

O celular de Tomás iluminou o seu rosto, mostrando a Laura uma expressão que ela não conhecia. Era a mistura perfeita de choque e excitação, os olhos enevoados grudados na tela. Ele levantou o olhar para Laura, sorrindo embasbacado. Demorou-se a digitar, fazendo o friozinho na barriga de Laura crescer enquanto ele encarava o “digitando” na tela, imaginando o que viria a seguir.

Vou te chupar antes. Vou te colocar de bruços, abrir as suas pernas, empinar a sua bunda e te chupar. Esfregar minha língua em você todinha.

Laura suspirou ruidosamente, tentando ao máximo ficar calada. Lembrou da vez em que Tomás tinha feito exatamente isso, quando eles chegaram bêbados da festa na casa do Danilo, e ela teve que morder os travesseiro para não acordar a casa inteira com os seus gemidos altos. Lembrou da sensação da boca de Tomás, o quanto os dois estavam dominados pelo tesão, desesperados, afoitos, a língua do namorado abrindo caminho de maneira invasiva, invadindo seu corpo, sugando o seu clitóris e bebendo seu gozo…

Os dedos de Laura desceram para sua entrada, que estava encharcada, brincando por ali, entrando um pouquinho, só o suficiente para ela querer mais.

Adoro quando você me chupa assim.

Eu também. Quero te lamber inteira. Até você ficar rebolando na minha língua e implorando pra eu te comer.

Me come agora.

Laura olhou para o namorado, mordendo os lábios.

Por favor.

Ela viu o namorado sussurrar um “porra!” quase sem som. Estava se sentindo cheia de coragem, com vontade de ousar, e principalmente pulsando de tesão em cada fibra do seu corpo. A sensação de Laura era que ela ia pegar fogo se Tomás encostasse nela.

Estou entrando devagarzinho. Sentindo a sua boceta se abrir pra mim.

Vai mais mais forte. Quero muito seu pau dentro de mim.

Você quer que eu meta bem forte?

Quero.

Sua gostosa. Tô te colocando de quatro e te comendo até você gritar, puxando o seu cabelo, mordendo a sua nuca e te deixando cheia de chupão.

Laura intensificou os movimentos do indicador, parando quando sentiu que estava perto demais. Queria que a brincadeira durasse, mas estava muito difícil. Recomeçou mais devagar, imaginando com precisão a sensação de esfregar o seu corpo do de Tomás, sua boceta se agarrando ao pau do namorado, os músculos se contraindo ao redor dele para não sobrasse espaço entre os corpos dos dois. Pequenos choques faziam os músculos da sua vulva se contraírem, e ela sentia que iria gozar se aumentasse o ritimo. Sua pele estava suada.

Tô quase, amor.

Goza pra mim, goza gostoso no meu pau. Grita pro quarto inteiro saber o quanto você ama dar pra mim.

Laura largou o celular, sentindo os quadris se movimentando involuntariamente, mordendo as costas da sua mão com força para não fazer nenhum barulho. O orgasmo percorreu o seu corpo inteiro como uma labareda, fazendo sua pele queimar. Cada onda parecia mais forte, e foi muito difícil não gritar o nome do Tomás dentro do quarto escuro.

Quando ela abriu os olhos, com um sorriso frouxo nos lábios, Tomás estava a encarando intensamente.

Sua FDP. Como é que eu vou dormir agora?

Ela segurou uma risada.

Foi um delícia 😉 Eu vou te recompensar, pode deixar.

Laura mandou um beijinho para Tomás, sentindo-se sonolenta. As pálpebras estavam começando a pesar. Ouviu o namorado descendo da beliche para ir até o banheiro e camuflou a risada no edredom. Num último esforço antes de apagar de vez, pegou o celular e escreveu uma mensagem.

Faz um vídeo e me manda 😉

Continua…

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