Tarde da noite

frescura

Atenção, o conteúdo a seguir é impróprio para menores de dezoito anos e contém linguagem chula.

Michele se aninhou no pescoço de Otto, sentindo as palavras do filme.da Netflix ficarem cada vez mais distantes. O cansaço estava começando a bater. Ela pensou que tinha demorado bastante, considerando tudo que os dois tinham feito naquele dia. Fazia tempo que ela não se sentia tão disposta e cheia de energia.

Michele e Otto tinham se conhecido no Tinder pouco mais de três semanas antes, e tinham engatado uma série de encontros desde então. Michele sentia seu entusiasmo renovado com a nova paixão, e era surpreendida com um friozinho bom na barriga toda vez que pensava em continuar saindo com Otto. A química dos dois era explosiva, e Michele estava tendo sexo de qualidade como nunca antes. Mas sentia que os dois estavam entrando numa fase de mais intimidade, de programas mais diurnos. Não que o tesão estivesse arrefecendo.

– Michele. – Otto começou numa voz mansa. – Tá dormindo?

– Não. Que foi?

– Eu queria te pedir um negócio.

– Pede.

Otto suspirou sem jeito. Michele estava achando graça. Otto não costumava ficar desconcertado com frequência, até onde ela sabia.

– Você pode me chupar? -Otto disse num fio de voz, e depois começou a se explicar. – É que o seu boquete é tão bom, eu pensei nisso o dia inteiro.

Michele soltou uma gargalhada.

– Então funcionou sensualizar com a casquinha?

– Foi de propósito, sua demônia?

– Só um pouquinho. Você sabe que eu gosto de te provocar.

Michele baixou o tom de voz, virando-se para encarar o Otto. Sentiu suas pernas roçando de leve nas dele, pregando o torso coberto só por uma camisetinha ao peito nu de Otto. De repente, Michele estava muito desperta. Ela ficou muito consciente de o quão próximos eles estavam, e quão pouca roupa tinha no caminho. Otto mexia com as fantasias de Michele, e ela se excitava particularmente em chupá-lo, sentir que exercia controle sobre ele, que tinha capacidade de fazê-lo perder a coerência.

Otto envolveu sua cintura com as mãos, subindo o tecido para encaixa-las na curvinha com precisão cirúrgica. Os seus dedos estavam pelando, piorando as ondas de calor que percorriam a pele de Michele. Ele aproximou o rosto e a beijou.

O beijo de Otto era daqueles de arrepiar até o último fio de cabelo e deixar sem ar. Michele se ajeitou para colocar metade do corpo sobre Otto, dobrando a perna para posicioná-la sobre o quadril do moreno. O movimento a fez sentir o quanto sua calcinha já estava melada. Ele apertou a cintura de Michele, pressionando as pelves, fazendo com que ela gemesse baixinho. Ela decidiu deitar-se inteira sobre ele, sentindo os quadris se tocando. Otto deixou as mão escorregarem mais para dentro da blusa de Michele, e uma delas desceu para frente, cobrindo um de seus seios e brincando de leve com o mamilo.

O amasso se intensificou, e de repente Otto estava segurando Michele pelo quadril. Michele estava correspondendo os movimentos, se esfregando nele, sentindo o seu pau pressionando o seu clitóris por baixo das duas camadas de pano. A blusa já tinha ido, e estava difícil resistir e manter aquelas barreiras por muito tempo. Otto gemeu alto quando Michele mordeu seu lábio inferior e desceu a mão para dentro da calcinha de Michele, provocando a sua entrada, sentindo o quanto ela estava molhada.

– Adoro quando você fica desse jeito. –  Ele sussurrou, deixando a pontinha do indicador penetrá-la de leve. Michele arfou, sentindo-se contrair ao redor do dedo de Otto que continuava a invasão lentamente.

– Ei. não era sua vez? – Otto sorriu. – Ou você mudou de ideia?

– Não.

– Não o quê?

– Eu quero a sua boca no meu pau.

Michele sorriu, dando uma piscadela para Otto e descendo no seu corpo, deixando uma trilha de mordidas e beijos molhados. Ela passou a língua no quadril de Otto, demorando-se, e desceu os lábios para a cueca, colocando a cabeça na boca por cima do tecido, até Otto estar soltando gemidinhos no fundo da garganta.

A cueca do moreno estava encharcada quando Michele finalmente a removeu. Ela passou os lábios pela parte interna das coxas de Otto, apreciando os músculos estremecendo de leve, e segurou o pênis com força pela base. Ela olhou para Otto, que a observava com os lábios entreabertos, a expressão nublada, e o tomou na boca de uma vez.

Otto gemeu alto, segurando os ombros de Michele com força. Ela foi descendo pouco a pouco, criando sucção e deixando sua saliva escorrer até a base. Grunhiu baixinho quando sua boca encontrou os seus dedos, e forçou um pouco mais, controlando a respiração.

– Porra, Michele… – Otto exclamou estrangulado, suas mão subindo dos ombros para os cabelos de Michele. Ela voltou para a superfície e desceu novamente, dessa vez chupando um pouco mais forte. Repetiu mais umas três vezes, antes de começar a masturbar Otto devagar, passando a língua e os lábios pela cabeça. Ela levantou o olhar para ver a expressão de Otto, enquanto sentia sua saliva se misturando ao pré-gozo que começava a se formar.

Depois tomou apenas a cabeça na boca, sugando enquanto sua mão dava conta do resto. A sua outra mão começou a massagear as bolas de Otto suavemente, e ela não quebrou o contato visual, esfregando a língua com perícia contra a glande. Otto começou a apertar seus cabelos com mais vigor, e ela tirou o seu pênis da boca, passeando seus lábios e bochechas contra ele, espalhando saliva por todo o seu rosto, enquanto passava a masturbá-lo com mais intensidade.

Michele torturou Otto mais um pouco, até deixar seu pênis escorregar inteiro para dentro da sua boca, sugando com força e recomeçando o movimento de vai e vem com a cabeça, que era acompanhado pela sua mão. Otto começou a murmurar coisas sem sentido, levantando os quadris da cama. Michele separou mais as pernas, sentindo que sua boceta estava pulsando com a excitação de ouvi-lo daquela maneira. Desceu uma das mãos para dentro da calcinha, tocando-se com pressa e sem jeito. Michele adorava fazer um boquete em geral, e com Otto era sempre especial, não precisava de muito mais para fazê-la gozar.

Impulsionada por estar ela própria cada vez mais perto do clímax, Michele foi com mais sede ao pote, intensificando os movimentos da boca e das duas mãos, sugando insistentemente, tomando Otto o mais fundo que dava.

– Não para por favor. – Otto implorou com a voz rouca, os quadris saindo do colchão em movimentos erráticos. Michele não parou. Ela desceu mais fundo, chupou mais forte, até que Otto segurou seus cabelos com vontade, e ela masturbou-se mais rapidamente, permitindo-se chegar lá. A sua perícia foi comprometida quando ela gozou com força, mas ela tentou manter-se o mais focada possível, sentindo as ondas do seu orgasmo a percorrerem enquanto ela chupava Otto desajeitadamente.

Não demorou muito e ele também gozou. Michele sugou até a última gota, até que ele puxasse seus cabelos para que ela parasse. Ela se ajoelhou na cama, sentindo como se todo o seu corpo tivesse sido atravessado por uma corrente elétrica.

– Eu tô em outra dimensão. – Otto murmurou. Michele riu com gosto. – É sério. Eu não sei nem o meu nome mais. – Michele sacudiu a cabeça deitando-se ao lado de Otto e aconchegando-se a ele. O quarto mergulhou em silêncio por alguns segundos até que ele levou as mãos à testa. – Espera, você gozou?

– Claro. Se eu não tivesse gozado, não ia te deixar dormir assim tão fácil.

– Você é a mulher dos meus sonhos. – Otto disse com a voz pastosa, dominado pelo sono.

– Amanhã você me conta se mudou de ideia. – Michele respondeu, mas sorriu feliz, deitando a cabeça no ombro de Otto, sentindo-se muito relaxada. Dormiu pouco depois.

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