Vlog – A hora e a vez da pílula anticoncepcional masculina?

Parece estamos chegando perto de ter no mercado um anticoncepcional masculino que realmente funcione – mas isso abre outras discussões. Será que os meninos estão prontos para se responsabilizarem pela própria saúde reprodutiva?

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Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência

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Fonte

Passei cambaleando de levinho de volta ao salão, levando um susto quando o grupo sentado na mesa irrompeu em mais urros por causa do pôquer, jenga, ou sei lá que raios estavam jogando. Será que esse povo não cala a boca nunca? É como eu sempre digo, se as pessoas pudessem ouvir meu monólogo interno, eu não teria mais amigos.

Você está lá, sentado no sofá como te deixei, mastigando a bendita correntinha de novo. Que fixação oral essa sua hein, sorte minha. Já devia ter aprendido que essa história de beber sentado é perigosa, meu equilíbrio rateando. Foram vários shots, e infelizmente preciso admitir que você é mais resistente a álcool do que eu, de modo que meu cérebro já está enevoado e meus nervos pulsando um pouquinho mais do que deveriam com cada sensação.

A coisa é que você tem essa aura que me deixa irracional, e dá vontade de provocar só pra ver até onde você aguenta, até porque eu sei (e adoro) que o pavio é curto, então eu chego e me sento logo no seu colo porque a essa altura já está todo mundo bêbado mesmo e ninguém vai ligar. Você levanta as sobrancelhas que parecem ter vida própria de tão expressivas, e logo se alarga num sorriso que deixa a mostra todos os dentinhos muito brancos e retos, e eu juro, é K.O., sem chance de recuperação.

Você me enlaça pela cintura, os dedos dando a volta em mim inteira, e eu me inclino para te beijar. Você foge do beijo, a boca crispando e deixando o sorriso safado. Eu tento de novo, porque estou bêbada demais para sutilezas a essa altura. Você segura os dois lados do meu rosto, a expressão fica séria enquanto me encara com um olhar que parece que está derretendo até os meus ossos.

Quando a gente finalmente se beija, é aquela mistura de sensações que eu fico tentando encontrar uma descrição entre todas as minhas metáforas chiques. Cada segundo do seu beijo é como uma armadilha, você sabe exatamente como dar o próximo passo pra me deixar querendo sempre mais, minhas mãos apertando seus ombros porque se eu já não estivesse sentada provavelmente ia ter escorrido para o chão.

Os seus braços me seguram firme na cintura, e quando o beijo se parte você passa o dedão pelo meu lábio inferior antes de mordê-lo, e talvez as coisas fossem mais fáceis se você não fosse tão, tão venenosamente sexy, se o seu beijo não fosse tão aterrador, se o sorriso não fosse tão lindo, mas enfim, de que adianta tentar resistir numa batalha que eu já perdi.

Pressiono o meu corpo contra o seu, sua boca encontrando a alcinha da minha blusa para descê-la com os dentes, a língua contornando os traços da minha tatuagem no ombro. Estou toda arrepiada, tremendo no seu colo, e nessas horas é uma delícia ser assim em tamanho de bolso, dá a impressão que você consegue me tocar no corpo inteiro com as duas mãos, e que delícia é ficar com alguém que dá conta do recado, para variar.
Eu tensiono quando você segura meus cabelos altura na nuca, puxando com força para acessar a pele do meu pescoço. Um gemidinho involuntário escapa do fundo da minha garganta, sinto minha razão esvaindo com o tanto que eu te quero.

Deslizo o rosto pelos seus ombros, intoxicada com o cheiro do seu perfume, e olha que eu nem nunca gostei de perfume, subindo os lábios com beijinhos ébrios pela pele do seu pescoço.

– Não. – Você me segura pelos cabelos de novo. – Nada disso. É a regra, lembra?

Eu dou um miado de desaprovação.

– Ai mas que coisa, você é cheio de regras.

– Não pode. Se não eu não aguento, capaz de te comer aqui mesmo.

Porra, você não colabora com meu estado mental. Eu arranho a pele dos seus braços, grudando seu corpo no meu. Uma ideia doida se forma na minha cabeça, e eu já me animo, porque já diria minha melhor amiga, eu adoro péssimas ideias.

– Vem aqui comigo.

– Onde? – Céus, o sorriso de novo.

– No banheiro. Quer dizer. Eu vou primeiro, depois você vai. Ninguém vai notar.
Seus olhinhos castanhos brilham; não de medo, de intimidação, mas de antecipação. Nem uma hesitação, nem uma pergunta, nem um “pera-lá-você-é-louca-vamos-com-calma”.

– Tá bom. Dou um minuto e vou.

Meu deus, que resposta perfeita, que delícia de homem, em todos os sentidos. Delícia de beijo, delícia de corpo, delícia de risada, delícia de companhia.

Dessa vez eu devo ter perdido a noção, devo ter perdido o juízo de vez.

Quando a gente tranca a porta do banheiro, o mundo lá fora deixa de existir. A primeira coisa que eu faço é ir com a boca direto no seu pescoço, porque não gosto que me digam não. Finco os dentes, sugo, te marco, até que você segura meu rosto pelo queixo, olhando para mim com aquela expressão muito séria que eu aprendi a reconhecer como máxima excitação. Seu olhar é predatório, e eu sinto meu corpo tensionar com uma onda muito clara de tesão, mordendo o lábio inferior.

– Não. – Você torna a falar. – Não pode fazer isso. Não aguento. – Você puxa meu lábio para baixo com o dedão. Eu aproveito a oportunidade e deslizo meus lábios por ele, sugando, olhando nos seus olhos para te provar que não estou aqui pra brincadeira. Sua expressão se torna séria de novo. – Te odeio.

– Odeia nada.

Ajoelho na sua frente, desabotoando o cinto, te olhando e te desafiando a me mandar parar dessa vez. Só que você só se apoia na pia, uma mão encontrando a minha nuca.

Provocaria se a gente tivesse tempo, mas como é óbvio que não vai demorar para alguém ter que usar o banheiro com a quantidade de álcool sendo consumida, eu desço a calça jeans apertada e a cueca, e tomo o seu pau na boca.

Já me disseram que eu sou boa nisso, mas com você eu tenho certeza, porque na verdade eu poderia ficar horas te chupando. Vou o mais fundo que consigo, e você me empurra só um pouquinho. Adoro que você é gentil comigo sempre exceto nos momentos que não pedem gentileza, não me trata como se eu fosse quebrar.

O boquete é meio afoito e apressado, não tinha como ser de outro jeito. Até que você me segura de novo pelos cabelos (ok, vou precisar de uma hora pra desembaraçar todos os nós de novo) segurando seu pau pela base e deslizando pela minha boca e queixo. O ritmo desacelera, a conexão do nosso olhar tão intensa que é elétrica.

É como dizem, não existe nada mais sexy do que se sentir desejada.

Alguém bate na porta e nós dois nos sobressaltamos. Lembro de onde estou, de repente se dissolve a bolha em que a gente estava. Rimos de levinho.

– Já vai! – Eu me levanto, te masturbando de levinho enquanto a gente se beija. Você passa a língua pela minha boca, com um sorriso safado. – Vai ter que ficar pra depois.

Você arfa, sacudindo a cabeça.

– Você tá acabando comigo.

***
Nem lembro direito como passamos o resto da noite. Foi tudo um borrão. Acabamos durando muito na festa, os dois cheios de energia. Dançamos, bebemos, nos beijamos e esfregamos no sofá, nas paredes, na pista de dança, até deixarmos todo mundo com inveja da vontade que estávamos um do outro.

Entramos no quarto cambaleando, deixando as garrafas de cerveja quase vazias na mesinha. Eu tentei ir me apressando para a cama, mas você me puxou de volta pelo quadril, prendendo meus pulsos na porta, e me invadindo com mais um dos seus beijos.

Tento me soltar só pra te testar mesmo, e você me segura com mais força, mordendo meus lábios inchados. Depois, me pega no colo com facilidade para me levar para cama, só que acaba batendo com a cabeça no lustre no meio do caminho.

– De novo??

– Aff, eu vou arrancar esse negócio daqui amanhã.

– É você que é alto demais. – Caímos na cama e eu subo em cima de você, tentando arrancar sua blusa, enchendo seu rosto e pescoço de beijinhos. Nem estou me reconhecendo, nem sei que feitiço é esse que você colocou em mim, que eu ando avoada com a cabeça nas nuvens, como pode ser tão intenso e tão rápido, como foi acontecer isso agora, agora que eu finalmente me livrei da âncora que arrastava no pé pelos últimos dois anos, só pra cair direto na sua rede.

Você me joga de volta na cama, colocando o corpo sobre mim, as roupas sendo arrancadas com violência até os dois estarem nus, e o ritmo arrefecer novamente. Suas mãos apertam minha cintura, seu corpo ardendo em febre sobre o meu.

– Você é tão pequenininha. – O comentário sai sofrido. – Me deixa maluco. – Deixo escapar um gemido baixinho, e você se deita novamente, me puxando para o lado, uma mão descendo para a parte interna da minha coxa.

– Não, espera. – Eu faço menção de tirar a sua mão, e te explicar que sou sensível e complicada de agradar, e vai demorar até você saber fazer do jeito certo, e vamos deixar isso pra depois quando a gente se conhecer melhor, pra que perder tempo agora.

– Devagar, eu sei. Eu sei fazer, confia em mim.

Eu suspiro, relaxando, mas na verdade totalmente cética. Me preparo para ter que tirar sua mão dali logo, só que seus dedos deslizam por mim com a precisão exata, sem forçar.

Meus olhos se arregalam e eu solto um suspiro de surpresa.

O toque é perfeito, eu fico sem ar, afundando na cama, sentindo minha pele grudar de suor. O quarto está escuro, minha respiração está rasa, e eu me seguro nos lençóis. Abro as pernas involuntariamente, meus pensamentos dando um dó, nem quando eu me toco é bom desse jeito. Estou trêmula, sinto que vou explodir em mil pedacinhos a cada vez que você desliza os dedos por mim, a minha pele parecendo a ponto de desgrudar do meu corpo.

– Viu? – Você diz, a boca muito perto da minha. – Eu aprendi.

– Você aprendeu. – Eu confirmo com um sorriso meio tonto, gemendo logo em seguida.

– Eu sei como você gosta. Eu já te conheço.

Perco a noção do tempo, deixando você fazer mágica com as pontinhas dos dedos, gemendo alto no seu ouvido. Não sei se quero que você pare logo e se enfie de uma vez dentro de mim, ou se quero que você continue pra sempre, perdi completamente a capacidade de articular qualquer raciocínio.

– Eu… Ah! – Balbucio, tentando encontrar alguma coisa que faça sentido, porque eu quero que você saiba exatamente o que você está fazendo comigo. – É tão bom. – A frase sai num fio de voz. Você me beija de novo, terminando com daqueles beijinhos na pontinha do meu nariz, um sorriso orgulhoso e satisfeito nos lábios.

– Você está tão molhada. – E com este comentário você introduz um dedo em mim, depois o outro, apertando devagar contra o meu ponto G. Minha mão encontra o seu pau outra vez, apertando numa punheta descoordenada. Acho que perdi o controle dos meus braços.

Alcanço uma camisinha no criado-mudo, você me deixa virar para o lado, me segura firme pelos quadris, me penetrando daquele jeito impetuoso, sussurrando sacanagens engroladas no seu sotaque ao pé do meu ouvido.

Uma mão puxa meu cabelo com força na base da nuca, a outra me acerta um tapa forte na bunda, e eu peço mais, peço mais forte, quero estar toda dolorida e marcada amanhã. Cada vez que a gente transa supera a anterior, você parece um polvo se desdobrando para estimular meu corpo inteiro, a sensação de ter por dentro me fazendo ver estrelinhas.

Varamos a noite, sem conseguir parar, nos beijando e lambendo e chupando e tocando. Fomos dormir já ao amanhecer, vencidos pelo cansaço. Meu corpo estava doído, parecendo um trapo, quando você me puxou pra perto, me fez deitar no seu peito.

Abri os olhos e vi a rosa que você me deu no criado-mundo, a rosa que tinha me feito te notar, que tinha começado toda aquela loucura. Ela tinha desabrochado na água, estava vistosa e vermelha, e eu me perguntei meio grogue, se ela ia durar muito mais tempo antes de murchar.

 

Vlog: #Kommstdumit – Uma tarde pelo meu bairro em Berlim (Schöneberg)

Olá, pessoas! No vlog dessa semana, resolvi fazer um passeio pelo meu bairro aqui em Berlim, Schöneberg, para onde me mudei faz pouco mais de um ano. Pode não ser um dos bairros mais hypados daqui como Kreuzberg ou Neukölln, mas é cheio de cantinhos deliciosos, e eu cada vez mais me sinto em casa por aqui. Passei pelos meus lugares preferidos no vídeo, pra mostrar um pouco da minha rotina num dia preguiçoso de folga 🙂

Uma noite de abril

Enxuguei as lágrimas, acendi mais um cigarro. Bom, meu sono já era. Talvez eu devesse assistir Netflix pra distrair a cabeça. Talvez eu devesse ir até um Späti e comprar uma garrafa de vodca pra tomar de guti guti até entrar em coma alcoólico. Quando eu olhei para o lado, Berlim estava no canto do quarto, as mãos nos bolsos da jaqueta de couro e aquele sorriso infeliz de sempre.

– Ah, não. Outra vez? Cê não tá vendo que não é uma boa hora?

– Tô. Eu acho que é bem feito. Foi arranjar sarna pra se coçar, e quer que eu sinta pena de você? Não sinto nem um pouco.

– Vai tomar no cu. Eu não te convidei. Não preciso de você aqui pra me espezinhar.

Ele se sentou na cadeira com aquele mesmo jeito afetado insuportável.

– Engraçado essa história de não te convidei. Não era você que me queria?

– Eu só quero ficar sozinha.

– Quantas vezes, Ana? Quantas vezes você esteve nessa exata mesma situação? Quantas vezes mais? Você quer que eu sinta pena, eu não sinto. Você sente pena de você mesma por nós dois.

– Pra alguém descolado, seu discurso é bem de autoajuda americano. Já disse, não quero ouvir.

– Olha pro lado. Não tem mais ninguém aqui. Só tem nós dois. Sempre foi só nós dois.

O silêncio é tão alto que é quase um barulho. Nem um carro, nem uma folha, nem uma buzina. A noite é estática. Ele tem razão.

– Vem cá. – Ele aponta para o colo. Eu dou um muxoxo irritado. – Gostei das trancinhas.

– Apareceu aqui só pra comentar meu penteado?

– Vem aqui. Por que você resiste tanto a tudo? Para de resistir. Para de fazer tanta força.

Reconheci a derrota, fui cambaleando para o colo dele, humilhada. Não era pra ser assim. Era para a gente dar as mãos, sair por aí, viver aventuras.

Chorei mais. Chorei muito. Nem um pio, nem um alívio, nem uma anestesia.

– Dói, né? Olha pra mim. – Eu resisti. Ele me puxou pelas trancinhas. Me fez encarar os seus olhos azuis frios e cruéis. – Até quando a gente vai brincar de gato e rato? O que você quer? Você me queria, e eu estou aqui. Não tem mais ninguém. Ouviu? Nunca teve mais ninguém. Sou só eu. Sempre foi.

Desci do colo dele. A gente entrelaçou os dedos. As mãos dele eram frias e úmidas, como as de um cadáver. Mas ele tinha razão, nunca houve mais ninguém.

Levei Berlim pra cama, deixei ele me ninar em silêncio, me julgando baixinho enquanto eu chorava mais.

Pela primeira vez, adormeci nos seus braços.

Impelente

Meu abril veio porque nenhum inverno dura pra sempre. A gente encanta e se encanta, é tão fácil quando é passageiro, mas ainda assim, tantas coisas ficaram, quando a gente às vezes se entrega por tão pouco, se machuca por tão pouco, se desespera por tão pouco. Eu tinha me esquecido que também não existem só pessoas que vêm cheias de espinhos. Tem aquelas que só dão sem esperar nada em troca, que vêm e passam só pra preencher a nossa vida com um pouquinho de felicidade.

E é ilusão eu sei, de ilusões eu entendo bem, já estive vezes demais no olho do furacão e sei que tudo que explode rápido se esgota rápido, mas que seja ilusão, deixa queimar até a cinza, deixa arder devagarzinho. E eu prometo que dessa vez eu não estou mentindo, eu não estou fingindo, e nós já somos adultos, e somos livres, e sabemos separar as coisas, eu sei colocar tudo em perspectiva, que mal tem em deixar alguém entrar e fazer na morada na nossa vida por uns dias, se a minha solidão me cai tão bem, já me acompanha há tanto tempo, sei que vai me esperar de braços abertos depois.

Então me deixar viver meu abril, rir nas madrugadas e nas festas, ouvir elogios melados e vazios, me perder na paixão momentânea, encantar e me encantar, porque nenhum inverno dura pra sempre.

Mas o meu foi longo demais.

Ensaio fotográfico

Olá, pessoas! Sei que neste último mês este blog ficou um pouco ao relento por conta das demandas da vida offline, mas estou fazendo de tudo para voltar ao ritmo normal de posts. Para começar bem um mês, fiz um ensaio lindo com meu amigo mega talentoso, o Gabriel. Tem que ter talento pra tirar água das pedras mesmo, porque eu sou ruim de pose, viu.

Fiquei feliz demais com o resultado! Você pode conferir as fotos aqui abaixo e não deixe de ver o restante do trabalho do Gabriel como fotógrafo e autor aqui. Você não vai se arrepender.

Vlog – As piores atitudes dos homens na hora de relacionar

Pode perguntar pra mulheres à sua volta; não tá nada fácil se relacionar com homens. Tem os que esquecem de contar que namoram, tem os que somem de uma hora pra outra, tem os que fazer comentários escrotos pra minar sua autoestima. Conversei com minhas amigas sobre as piores atitudes que os homens têm na hora de relacionar, e vim aqui fazer esse manual de instruções de tudo que NÃO SE DEVE FAZER. Beijos.

Meu projeto de série é finalista do concurso NETLABTV!

Sei que andei um pouquinho sumida do blog nas últimas semanas, mas juro que foi por motivo justo! Meu projeto de série de ficção, Casa das Princesas, é finalista de um dos mais importantes concursos de roteiro do país!

Pra quem não sabe, além de escrever contos, crônicas e tudo o mais, eu também sou roteirista. E em 2011, eu tava morando com duas mulheres maravilhosas, que me ensinaram e me inspiraram todos os dias e eu decidi que queria contar a nossa história. E agora, no momento que eu estava mais desacreditada do meu talento, mais perdida, mas sentindo que estava pedalando em falso, alguém leu essa história.

E achou que ela valia a pena.

Esse momento é muito especial pra mim porque a série representa tudo que eu gosto de fazer; escrever sobre mulheres, para mulheres. Escrevi porque não me via na tela, e queria me ver. Escrevi porque eu acho que as trajetórias das mulheres à minha volta são muito mais do que vemos nos filmes e nas séries. 

Nessa fase do concurso, os projetos finalistas estão abertos para o voto popular. Queria pedir o voto de vocês, é só fazer um cadastro rapidinho, e pode fazer muita diferença pra mim, pro projeto, pra representatividade feminina no audiovisual.

É só entrar neste link aqui, e votar no Casa das Princesas na categoria ficção. Obrigada desde já, e vamo que vamo!

 

 

Vlog – Testei absorventes de pano!

Como muitas mulheres, estou há um tempo buscando alternativas para os absorventes descartáveis. Sei que a moda do coletor menstrual veio pra ficar, mas como nunca me adaptei nem com absorvente internos, acredito que ela não seja pra mim. Ganhei da minha mãe kits de absorventes de pano da Pacha Luna e testei, documentando tudo para o vlog. Será que eles deram conta do meu ciclo enlouquecido?

Meus 12 contos com os 12 signos disponíveis em inglês na plataforma Jmamuse!

Oi, gente, tudo bem com todos? Quem está lembrado da minha série de 12 contos eróticos com os 12 signos do zodíaco que publiquei aqui no blog ano passado? Pois é, já faz um tempo que meus amigos aqui a gringa me pedem para ler, mas como eles estavam disponíveis só em português, acabavam não podendo.

Para o dia dos namorados por aqui, dia 14 de fevereiro, corri para conseguir traduzir tudo para o inglês e estou super honrada de vê-lo publicados no blog do Jmamuse, uma plataforma de arte erótica com uma curadoria incrível.

Então é isso! Dá uma passada lá, veja o que a Jmamuse tem para oferecer, e quem sabe, mande o link dos contos praquele @ gringo que você está cortejando no Tinder/WhatsApp/Instagram 😉

O link está aqui!